25.1.12

iludida

É bonito isso de se entregar em cada esquina. Mas aqui não é pra sempre. É um estímulo, um pedaço do caminho, que eu acho importante passar. O que eu sinto por aquele outro é fardo meu, expectativa minha, e só cabe a mim mesma alimentar isso ou não.
O silencio gritante agora faz sentido:
Compartilho das inquietudes, dos desassossegos. Do sentir a dor alheia estampada nos olhos.
“Mas a gente ama quem a gente encontra, eterna iludida, você nem encontra quem você ama.”
E aí eu acordei no meio da noite e isso ficou na minha cabeça, martelando:
A Raposa estava errada!

4 equilibristas:

Versos que eu fiz e ainda espero respota disse...

:O Mtooo bom!!!!

Parabenss

http://www.luismacedo.com/

Mari disse...

textos que me dão vontade de pôr num outdoor e escrever "É ISSO AQUI QUE EU SINTO, GENTE! OLHA SÓ!". me gusta

A Raposa não estava certa, não, eu sempre soube...

Michelle disse...

Muito bom texto. Aliás o blog todo é delicioso de se ler.

No meu blog também procuramos escrever aquelas coisas que a gente sente.

Estamos seguindo seu blog.
Um abraço.


Um livro sobre o insólito

Helio Filho disse...

"Mas a gente ama quem a gente econtra, eterna iludida, você nem encontra quem você ama".

É verdade, infelizmente, iludidos sempre!