É bonito isso de se entregar em cada esquina. Mas aqui não é pra sempre. É um estímulo, um pedaço do caminho, que eu acho importante passar. O que eu sinto por aquele outro é fardo meu, expectativa minha, e só cabe a mim mesma alimentar isso ou não.
O silencio gritante agora faz sentido:
Compartilho das inquietudes, dos desassossegos. Do sentir a dor alheia estampada nos olhos.
“Mas a gente ama quem a gente encontra, eterna iludida, você nem encontra quem você ama.”
E aí eu acordei no meio da noite e isso ficou na minha cabeça, martelando:
A Raposa estava errada!
4 equilibristas:
:O Mtooo bom!!!!
Parabenss
http://www.luismacedo.com/
textos que me dão vontade de pôr num outdoor e escrever "É ISSO AQUI QUE EU SINTO, GENTE! OLHA SÓ!". me gusta
A Raposa não estava certa, não, eu sempre soube...
Muito bom texto. Aliás o blog todo é delicioso de se ler.
No meu blog também procuramos escrever aquelas coisas que a gente sente.
Estamos seguindo seu blog.
Um abraço.
Um livro sobre o insólito
"Mas a gente ama quem a gente econtra, eterna iludida, você nem encontra quem você ama".
É verdade, infelizmente, iludidos sempre!
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