3.12.11

Instantes que fogem

- Ela parecia agora, frágil e indefesa, pela forma como ele a convidou para os seus braços. Era um contato intimo sem duvida, a qual ele se deixou levar por uma química apaixonante, enlevado pelo aroma inebriante do afrodisíaco natural dela. No entanto, a jovem se desvencilhou com ousadia e partiu novamente para o beiral. Ele arregalou os olhos com a atitude estranha dela...

- Ela dava milhões de voltas e acabava sempre lá. Sabendo que não ia haver outra chance igual aquela, num dia igual aquele, numa vida igual aquela, nas mesmas condições perfeitas de temperatura e falta de ar. E depois que acabou ela pensou se não seria melhor que nunca tivesse acontecido. Era sempre a mesma história incompleta a cada novo passo que se dava, algo que só ela sabia carregar. Precisou continuar sorrindo como se não estivesse lá.


*E ninguém mais sabia definir o amor, porque quando é amor não se sabe mais como dizer, só descobre quando é tarde demais pra saber...

4 equilibristas:

Mari disse...

sim. quantas verdades...

Almi Júnior disse...

Esse final nem de "verdade" pode ser chamado. E sim de "caralho, é exatamente isso". Perdoe minha expressão, mas é como reagi.

Continua maravilhosa, Nara.

™Deka disse...

Tarde demais...

love story disse...

aDOREI ESSE POST, PARABÉNSS..
HEHEHE
: )
Bjim